sábado, 31 de julho de 2010
Se é que você me entende.
Todas essas lembranças são como as estrelas no céu, a iluminar o meu interior. Acariciam o meu rosto, adoçam o meu coração. Passeiam pelas minhas efemeridades e me tocam a alma. Sinto-me salva das pedras de mágoas, sinto também que sou prima da vanguarda que surge na noite preta do meu lado direito. Mas ela não consegue me alcançar por que guardo, talvez a sete chaves, um pote de açucar que é mágico como pó de pirim-plim-plim - me adoça de dentro pra fora. E é nessa estrada de terra batida, mas fofa como algodão, que ponho meus pés e reitero alegrias como forma de vida. As vezes nem sei o que falo, ou faço, ou escrevo. Vou levando essa existencia quase abaunilhada mundo à fora, na tentativa de entender o meu destino apaixonado.
sábado, 3 de julho de 2010
Incerto.

Não consigo apaga-lo por estas estradas que dentro do meu coração andastes, deixando tuas marcas, o eco da tua voz,
o teu toque aveludado.
Já não sei o que fazer com...o teu olhar que um dia foi meu e que me fez acreditar que seriamos sempre um só.
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