sábado, 3 de setembro de 2011

Eu.

Deve ser porque minha alma era muito verde, não conseguia crescer junto com as outras almas-frutas do pomar. Eis que em um fatídico dia, alguém balançou a árvore da vida, e eu, mesmo tão verde, cai ao chão violentamente. E quando acordei, vi que estava neste mundo de céu azul e nuvens que parecem algodão. É por isso que ainda não me acostumei a este planeta, me faltam anos-luz de crescimento interno para aceitar ou entender este mundo ao qual vivo. A dor da queda me deixou hematomas eternos...

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