Quando desejo o mais profundo emprego do termo que possa esconder o fundo do meu oceano, acabo atraindo fantasmas alheios que não conseguem me deixar em paz. É quase simples. É como aquela batida na porta de uma falsa ausência. É como aquele arrepio que me faz tremer de medo. É. Tudo pode se fazer presente, mas o que me é essencial está longe, muito longe.
Durmo com fantasmas batendo em minha porta, mas acordo com um sorriso em minha mente, não posso esquece-lo.
Jamais.
Oi Sara!
ResponderExcluirVim te desejar um Natal iluminado de paz e alegrias!
E um 2012 cheinho de coisas incrivelmente belas, doces e felizes!
E não deixe de vir me visitar, ok?
Bjs
Borboleta
Olá Sara,
ResponderExcluirAchei teu blog por acaso...
Gostei muito do seu blog, escreves muito bem e com todo respeito, és linda.
A partir de agora, passo a seguir o seu blog.
Também tenho um blog, se puderes, passa lá, depois.
escrita-fina.blogspot.com
Abraço!
Isso é muito lindo!
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