domingo, 20 de maio de 2012

Velho romantismo...

Quer saber, meu caro amigo, que nestas linhas vagueantes entre o céu e a terra, há um coração triste e desiludido? Essa história velha de romantismo já nem me interessa mais, ainda acho, numa achismo agudo e inflamado, que é tudo mentira.Talvez a ponta da verdade ainda resida em algum lugar, mas não consigo ver. Apesar de tudo, ainda tenho um pingo bem ralo de esperança; de que? de um coração puro, que saiba o que é ter caráter e sinceridade, me dê a mão e olhe nos meus olhos e queira que eu seja rosa única e mais especial do mundo...Posso? posso sim, e devo! É, é por aí que me perco em mundos rosas, desejando algo que talvez nunca encontre. Por que coração de mulher não é almofada podre de carne, é mais frágil do que uma flor em sua puberdade, mas valioso do que o diamante da rainha azeda. E não permitirei que alguém qualquer entre neste recinto tão puro e faça qualquer bordel. Não! chega! meu coração, pássaro indulgente, agora quer paz!

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