Eu existo em uma nova congruência desconhecida nos livros. Também nunca sei onde permanecer, ou se me mexo - parece que tudo ao meu redor pode sofrer um desastre ao mínimo tipo de entropia relatado pelo meu corpo. Não pode ser calculada nem tocada, está acima das minhas próprias forças. Não emano algum tipo de frio, sou tão calorosa que o mundo a minha volta ameaça derreter. E eu escorrego entre o que poderia ser existência e morte; nunca estive perto de conhecer o que é realmente sentir acolhida quando me misturo com a realidade intíma das coisas.
Respirar apenas não me basta, não. Por que respirar é aparentemente muito simples e rotineiro; eu quero é me descobrir na natureza intima dos meus poros, quero alcançar as estrelas das almas humanas. E acima de tudo, aquilo que desejo veementemente, está banalizado em muitas esquinas do mundo.
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