Teus amores foram, um dia, em vão.
E teu coração, de certo, amassado em emoção.
Quase tropego e sem fala, mas caminhante, procurava um rosto.
E o teu posto era, então, de amar-me eternamente.
Pois aquele rosto que reluzia em tua memória era meu.
Teus vicios, teus risos, tuas lágrimas e passagens, eram como espelhos meus.
A metade separada mas ainda pulsando com um proposito quase angelical.
Tu não fostess, agarrarrei-te pelas mãos e então ficastes confortavelmente
em meu coração.
E eu te embalei como um bebe, amei-te em profusão sagrada.
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