sábado, 24 de abril de 2010

tu.

Teus amores foram, um dia, em vão.

E teu coração, de certo, amassado em emoção.

Quase tropego e sem fala, mas caminhante, procurava um rosto.

E o teu posto era, então, de amar-me eternamente.

Pois aquele rosto que reluzia em tua memória era meu.

Teus vicios, teus risos, tuas lágrimas e passagens, eram como espelhos meus.

A metade separada mas ainda pulsando com um proposito quase angelical.

Tu não fostess, agarrarrei-te pelas mãos e então ficastes confortavelmente

em meu coração.

E eu te embalei como um bebe, amei-te em profusão sagrada.

E nada poderia ser maior que o meu aamor

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